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Turbulência no Vasco: Renúncias e Descontentamento Abalam a Gestão Pedrinho
Por Redação FutVasco em 07/03/2025 09:50
Instabilidade nos Bastidores do Vasco: Renúncias Agitam o Cenário Político
Enquanto o Vasco da Gama se prepara para um confronto crucial na semifinal do Campeonato Carioca, uma onda de descontentamento varre os corredores do clube. A partida contra o Flamengo, agendada para este sábado (8), às 17h45, no emblemático Estádio do Maracanã, ganha contornos ainda mais dramáticos diante da crise interna.
O desafio de reverter o placar adverso de 1 a 0 do primeiro jogo paira sobre a equipe de Fábio Carille. A necessidade de uma vitória por dois gols de diferença se impõe, dada a vantagem do Rubro-Negro em caso de empate no placar agregado ou vitória pelo mesmo resultado. No entanto, as turbulências nos bastidores podem impactar o desempenho em campo.

Rupturas e Críticas à Gestão de Pedrinho
A renúncia de figuras proeminentes do Conselho Deliberativo, outrora aliadas de Pedrinho, como Julio Brant e Clóvis Munhoz, lança uma sombra sobre a atual administração. Acompanhados por Eduardo Raia e Ricardo Cotta, os ex-conselheiros sinalizam um crescente isolamento da gestão liderada pelo ex-jogador.
Em uma carta contundente direcionada ao Conselho Deliberativo, os membros renunciantes expressam profunda insatisfação com as decisões tomadas por Pedrinho. O rompimento com a 777 Partners, a morosidade na reforma de São Januário e as dificuldades enfrentadas pela equipe em campo são apontados como pontos críticos.
Transparência Questionada e Cobranças por Investimento
As críticas não se limitam às questões esportivas e financeiras. Os ex-conselheiros denunciam que o ?Vasco se tornou um cabide de empregos? e manifestam preocupação com os recorrentes atrasos na divulgação dos balancetes de 2024 e 2025. A falta de transparência na gestão Cruz-Maltina é um ponto central das críticas.
Julio Brant, que já almejou a presidência do Vasco em 2014 e 2017, e que em 2023 apoiou a eleição de Pedrinho, agora se distancia do ex-jogador e expõe as razões de sua renúncia: "O não cumprimento de elementos básicos do acordado, conforme na carta que apresentamos; transparências nas contratações, enfraquecimento da SAF, fortalecimento do modelo associativo, tudo que o sócio votou contra.?
Apesar da ruptura, Brant se compromete a manter vigilância sobre as ações da diretoria e a pressionar pela busca de investidores para a venda da SAF: ?Nesse momento, o objetivo é acompanhar os feitos da gestão, fiscalizar e pressionar pra que seja feita a vontade do sócio: a busca de investidor e venda da Vasco SAF.?

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